terça-feira, 4 de abril de 2017

A minha Mala de Ludo - Componentes...




A Mala de Ludo é composta por:




Família de Madeira
 (7 elementos: avô, avó, pai, mãe, filho, filha e bebé)


Seringa e Estetoscópio


Boneco de Encaixe (3 copos)

Animais
(6 animais selvagens e 6 domésticos)

Martelo e Ferramentas

Pá e Vassoura

Bola


 xilofone

Pistola


Telemóvel

Utensílios de Cozinha
(um tachinho , duas chávenas com pires, dois copos, dois pratos, dois garfos, duas colheres e duas facas)


Biberão e Penico

Livro em Cartão


Carrinhos em Plástico e Madeira
(um carro dos bombeiros, uma ambulância, um carro de polícia, um taxi e um carro)

25 Peças em Madeira
30 Soldadinhos
 (15 verdes e 15 castanhos)


Tesoura de bicos redondos; 12 lápis de cor; um lápis de carvão; uma borracha e um conjunto de plasticina

Caso os brinquedos disponíveis na hora da entrega sejam diferentes dos aqui apresentados serão enviadas por email fotos do material disponível na altura. No entanto, de um modo geral, o Blog encontra-se sempre actualizado.

Há também a possibilidade de adquirir alguns componentes da Mala de Ludo separadamente!

Clique nas imagens para poder vê-las em maior tamanho!

quinta-feira, 24 de março de 2011

MALA DE LUDO - COMO SURGIU A IDEIA...

Nos meus tempos de estudante de psicologia frequentei uma unidade curricular onde tinha que realizar um trabalho que exigia a construção de uma Mala de Ludo (ou Caixa de Ludo).
Foi facultada aos alunos uma lista dos principais materiais que a Mala de Ludo deveria conter e depois iniciou-se uma procura intensa desses materiais. À primeira vista parecia fácil contudo, nem todos os brinquedos estavam disponíveis em qualquer loja e uns foram realmente muito difíceis de encontrar. Foi um período um tanto stressante porque para a construção dessa Mala de Ludo era necessário dispender muito tempo na procura dos materiais, tempo esse que nem sempre os estudantes universitários, a meio de um semestre e com mais trabalhos académicos pendentes, dispõem. Alguns colegas optaram por comprar uma Mala de Ludo já feita por outras instituições, uma vez que ganhavam tempo mas, essas Malas apresentavam um preço um tanto elevado e havia sempre  a esperança de consegui-la a um preço mais acessível!
Após muito empenho, procura e muitas deslocações a minha Mala de Ludo ficou pronta à data prevista! Foi um trabalho intenso e a existência de um tempo muito limitado para a construção da Caixa de Ludo dificultou bastante a tarefa. Contudo, foi uma actividade que me deu bastante entusiasmo de realizar. 
Após ter realizado a minha Mala de Ludo e realizado o estágio curricular com crianças (onde a Mala de Ludo realizada foi extremamente útil)  fiquei mais sensível quando encontrava um bom material que poderia ter sido incluído na minha Caixa e, por vezes, ainda vou substituindo alguns brinquedos uma vez que a ausência da pressão do factor tempo permitiu-me ir encontrando brinquedos mais adequados. Então lembrei-me: "porque não continuar a compor Malas de Ludo? Já tenho uma ideia do género de lojas onde posso encontrar os materiais mais adequados... muitas vezes fica mais barato comprar materiais em grandes quantidades e depois dividi-los pelas Malas de Ludo...não tenho limite de tempo, sendo este um trabalho contínuo o que me permite adquirir sempre materiais mais atractivos... Assim consigo criar Malas de Ludo divertidas e de boa qualidade a um preço acessível!"

segunda-feira, 21 de março de 2011

BEM-VINDOS!!!

Este é um espaço dedicado a um instrumento essencial para todos os psicólogos clínicos que trabalham com crianças: A Mala de Ludo!
Uma vez que a criança pequena não possui ainda grande domínio/conhecimento da linguagem, frequentemente expressa os seus desejos e medos através do seu próprio comportamento (Beier, 1966)[i] e assim, o modo como brinca tem um grande valor comunicativo. Segundo Klein (1980)[ii] o número e a variedade de brinquedos disponíveis para a criança brincar, permitem a expressão de uma vasta gama de fantasias e experiências. O ideal é que os brinquedos sejam não mecânicos, simples e pequenos, de modo a que a própria simplicidade do brinquedo permita a sua utilização, por parte da criança, em várias situações diferentes, de acordo com o material que surge no jogo.


[i] Beier, E. G. (1966). The child’s communications in therapy. In J.D. Matarazzo & J.S. Brown (Eds.), The silent language of psychotherapy (pp. 164-188). Chicago: Aldine Publishing Company.

[ii] Klein, M. (1980). A técnica psicanalítica através do brinquedo: Sua história e significado. In M. Klein, P. Heimann & R.E. Money-Kyrle (Eds.), Novas tendências de psicanálise (pp.25-48). Rio de Janeiro: Zahar. (Publicação original)